Entre granito e mar turquesa, Antonella Giancoli mostra como a Benarrivati escolhe onde ficar na Costa Smeralda
Implantação das propriedades, relação com a paisagem e acesso ao litoral orientam a escolha de hospedagens em um dos trechos mais conhecidos da Sardenha
Na Costa Smeralda, no nordeste da Sardenha, a geografia interfere diretamente na maneira de ocupar o litoral. Formações de granito, pequenas enseadas e vegetação mediterrânea criam recortes naturais que fazem com que propriedades relativamente próximas ofereçam experiências bastante diferentes entre si.
Para Antonella Giancoli, fundadora da Benarrivati, é essa relação entre arquitetura e terreno que deve orientar a escolha de onde ficar. Mais do que procurar uma villa simplesmente voltada para o mar, a curadoria observa localização, exposição, acesso e a forma como a construção se integra à costa.
Privacidade não significa ter uma praia particular
Algumas propriedades ocupam terrenos mais protegidos pela própria configuração do relevo, com menor exposição a estradas ou áreas de circulação intensa.
Isso pode criar uma sensação maior de resguardo, mas não transforma automaticamente a faixa costeira em espaço exclusivo dos hóspedes. Na Sardenha, praias e acessos ao mar precisam ser entendidos dentro das regras de uso público do litoral.
Para a Benarrivati, essa diferença é importante. Discrição pode vir da implantação da casa, da distância dos centros mais movimentados e da organização da estadia, sem depender da promessa de uma enseada inteiramente privada.
A arquitetura também nasceu em diálogo com o território
A Costa Smeralda começou a ser desenvolvida como destino turístico organizado no início da década de 1960. Desde então, arquitetos trabalharam com referências locais e materiais como granito e madeira para criar construções que procuravam acompanhar as formas da paisagem.
Essa relação ainda pode ser percebida em Porto Cervo e em diferentes propriedades espalhadas pela região.
“Na Costa Smeralda, não olhamos apenas para a vista. A posição da casa, o terreno ao redor, a forma de chegar ao mar e a exposição da propriedade mudam completamente a experiência. É essa leitura da geografia que nos ajuda a entender qual hospedagem faz sentido para cada viagem”, afirma Antonella Giancoli.
O acesso ao mar pode assumir formas diferentes
Nem toda estadia precisa ter a mesma relação com a costa. Dependendo da localização, o viajante pode chegar a determinadas praias por estrada, pequenos caminhos ou embarcação.
Em outros casos, a melhor escolha pode ser permanecer próxima a Porto Cervo e utilizar um barco para explorar diferentes trechos ao longo do dia, sem transformar uma única praia no centro de toda a experiência.
Essa variedade permite que a Benarrivati organize a passagem pela Costa Smeralda de acordo com o ritmo da família e com o período da viagem.
A escolha está no lugar que a casa ocupa
Durante o verão europeu, a Costa Smeralda recebe um movimento significativamente maior, o que torna localização e planejamento ainda mais relevantes.
Para Antonella Giancoli, o trabalho da Benarrivati não está em procurar um litoral supostamente inacessível aos demais visitantes, mas em selecionar hospedagens capazes de oferecer uma relação mais adequada com a paisagem e com a dinâmica daquela temporada.
Na Sardenha, privacidade não precisa significar isolamento absoluto. Muitas vezes, ela começa na escolha precisa de onde permanecer.
Sobre a Benarrivati
Fundada e liderada por Antonella Giancoli, a Benarrivati é uma holding de viagens de alto padrão especializada em desenhar jornadas sob medida pelo solo europeu e africano. Com operação própria e equipes de concierges locais, a companhia elimina intermediários para garantir segurança jurídica, transparência financeira e discrição inegociável em cada etapa da experiência. Pautada pela ética do relacionamento e pela valorização do tempo, a Benarrivati transforma a hospedagem em propriedades privadas em uma forma de preservar memórias e legados familiares.



